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Publicidade deve cair 6,9% neste ano, mas crescerá na web, diz pesquisa

Em Oxente!, 2 de junho de 2009 às 8:06 pm

O mercado mundial de publicidade cairá 6,9% em 2009 e ficará em US$ 453 bilhões, em consequência de “problemas econômicos sem precedentes”, mas se recuperará em 2010, publicou nesta terça-feira a agência ZenithOptimedia.

A internet será o único meio que registrará um aumento da receita publicitária, devido à reorientação dos leitores da imprensa escrita para as versões digitais, o que significará uma redução das despesas publicitárias previstas em até 12%. 

A imprensa escrita será a que mais sofrerá com a queda da publicidade, afirmou a agência, em um relatório.

No entanto, a internet registrará ao longo deste ano uma desaceleração do crescimento de sua receita publicitária, já que aumentará em 8,6%, frente ao 20,9% que o meio registrou em 2008. 

“Desde as últimas previsões de dezembro, a situação do mercado mundial da publicidade se deteriorou notavelmente”, afirmou a ZenithOptimedia, acrescentando que “estamos em meio a um período de severa contração das despesas publicitárias”.

A televisão continuará como a mídia mais escolhida pelos anunciantes, e sua porção de mercado passará de 38,1% para 38,6%. Apesar disso, haverá queda do volume de receita publicitária, e as redes terão que enfrentar o aumento do número de concorrentes, destacaram os responsáveis do relatório.

“Se os governos conseguirem suprimir os ativos ‘podres’ [com alto risco de calote] que contaminam os mercados de crédito, e se seus programas de relançamento reativarem o crescimento econômico, então os anunciantes deveriam começar a retomar a confiança”, segundo a ZenithOptimedia.

A agência prevê um crescimento das despesas publicitárias mundiais de 1,5% em 2010 e de 4,5% em 2011, “prognósticos que deverão ser revistos à luz de novas informações”. 

Fonte: da Efe, em Paris 

Data: 22/05/2009

Marketing viral aumenta resultado dos negócios e impressiona pela rapidez dos resultados

Em Sem categoria, 2 de junho de 2009 às 8:04 pm

De artistas a candidatos a presidente da república, esta técnica vende de tudo e ganha cada vez mais adeptos no World Wide Web

Se você ainda não sabe o que é marketing viral, não se preocupe. Muitas pessoas ainda não sabem ou o praticam sem saber. Na verdade, é o famoso marketing “boca a boca digital”, que é uma das técnicas de Internet Marketing. “Marketing viral é uma estratégia que encoraja pessoas a passar adiante sua mensagem. E isso cria uma oportunidade de crescimento, exposição e influência dessa propaganda para outras pessoas ou futuros clientes”, esclarece o presidente da Associação de Agências Digitais da Bahia (ADBA) e sócio da BeeWeb agência digital, Allessandro Canella. O tema será abordado durante o Internet Marketing Road Show, que acontece dias 05 e 06 de junho, no hotel Pestana, em Salvador. 

Um exemplo atual é o vídeo no You Tube do programa de calouros da tv britânica, “Britain´s got Talent” com a apresentação de Susan Boyle, uma senhora de 47 anos que acabou impressionando a todos com seu vozeirão quando começou a cantar. O vídeo postado com a aventura da caloura Susan, já soma mais de quatro milhões de visualizações. Com a exposição na internet, ela ganhou fã-clube com site e a promessa de um filme e um livro contando toda a sua história de vida. 

Dada a rapidez com que se espalha e o número de indivíduos que atinge, a técnica passou a se chamar marketing viral e a cada dia cresce de forma extraordinária, principalmente para aqueles que decidem investir nela e como resultado vê seus negócios se multiplicarem através das conhecidas redes sociais.

“Exemplificando, com um orçamento mensal de uma mídia tradicional você poderá ter um plano anual de internet marketing, pois o investimento em marketing digital equivale a 10% do que você gasta em marketing tradicional”, explica Allessandro Canella. O presidente dos EUA, Barack Obama foi além, e utilizou, na época das eleições presidenciais, as redes sociais para financiar sua campanha, conseguiu através do Facebook, cerca de 122 milhões de dólares em donativos e com a ajuda do Twitter foi por vários meses, o usuário com mais seguidores.

“Internet Marketing ou Web Marketing representa uma mudança de paradigma com relação ao marketing tradicional. Isto é bem visível quando analisamos o fato que o marketing tradicional invade o público com seus anúncios, já no Web Marketing o público é quem procura o anunciante através das buscas”, conclui Allessandro Canella. 

Mais informações para a imprensa na Lume Comunicação com a jornalista Daniela Guedes Tel: 3341-8922 8131-9410
Jornalista Responsável: Cristina Barude mtb 1284

Fonte: Lume Comunicação 

Data: 14/05/2009

Presidente Lula se rende a Mídia On-line

Em Oxente!, 2 de junho de 2009 às 8:02 pm

A exemplo do que vem ocorrendo na gestão do americano Barack Obama, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhará um blog e terá sua gestão divulgada por ferramentas interativas da internet. A idéia faz parte de um projeto piloto, já em estudo no Palácio do Planalto, de criação de um Núcleo de Relacionamento Digital, cujo objetivo é usar novas mídias, como blogs, Twitter e até sites de relacionamento.
Parte do projeto em estudo já tem um nome provisório: Blog do Planalto. Resultado de um pedido direto do presidente em dezembro de 2008, em razão de seu interesse pelo papel da internet na eleição presidencial americana e, depois, na própria administração de Obama, que chegou a usar a rede para defender sua proposta orçamentária em um “bate-papo” com mais de 60 mil internautas.

Em conversas reservadas, auxiliares de Lula já dizem que o novo site será “igual ao da Casa Branca”. A idéia é dar um caráter menos sisudo às notícias do Executivo, contando até “curiosidades” da administração pública. “Será uma coisa mais ágil: sai o terno e gravata e entra a bermuda e a sandália”, resumiu um ministro. Às vésperas do ano eleitoral de 2010, o blog reforçará a estratégia de comunicação digital do Planalto a partir do segundo semestre, quando também haverá a reformulação dos portais do governo.

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo 

Data: 12/05/2009

Agências aos clientes: usem logo a internet

Em Oxente!, 2 de junho de 2009 às 7:59 pm

Agências aos clientes: usem logo a internet

Agências de criação, planejadores de mídia e publicitários conversam com os empreendedores para mostrar destinos eficientes e seguros da verba de marketing no ambiente online.

O que falta para anunciantes e agências entrarem de vez no mundo online? Esse foi o mote do debate que aconteceu na última terça-feira (5) em Brasília.

Segundo o anfitrião do evento, Julien Turri, os primeiros banners foram vendidos nos Estados Unidos em 1995. De lá pra cá, praticamente 14 anos, anunciantes e agências de publicidade tradicionais mantém o repertório limitado e ainda não aproveitam a infinidade de ferramentas disponíveis no mundo online.

Reflexo disso foram as falas dos lados da moeda, durante o seminário Mídia Online: Como estar presente e ter sucesso, no evento promovido para fomentar o mercado.

Apesar dos palestrantes confirmarem uma informação que já tava aí pra todo mundo ver: brasileiro é doido por internet, aliás mais do que qualquer outro povo, mas muita gente ainda tem medo desse bicho.

O que assusta na internet? Pode ser a interatividade ou simplesmente a velocidade dos avanços tecnológicos que causam medo, mas como disse Abel Reis, da Agência Click: “existe segurança e argumentação técnica para fundamentar investimentos em mídia online”.

Então onde está o problema? Depois do seminário, me parece que é em algum lugar entre a coragem de sentar e defender a mídia online para o chefe ou cliente e a decisão de migrar a verba das outras mídias para a internet. Tudo bem, vamos com calma.

Existe ainda outra resistência, baseada mais no imaginário do que nos fatos, vejamos.

Há quem diga que um produto não tem nada a ver com internet, pelo perfil do público-alvo. Será mesmo?

É evidente o acesso à internet por parte das classes A e B, até mesmo diante do preço da internet no Brasil, mas agora há forte presença das classes C e D no ambiente online, um dos pontos reforçados durante o seminário.

Este movimento se dá prioritariamente em redes sociais, espaços de interação e socialização, grande parte das vezes acessados em centros comunitários, escolas e lan houses. A classe C é de longe a que mais está presente a cada 100 usuários brasileiros de internet. Nas favelas, existem pessoas ganhando dinheiro com a internet – pagam contas, fazem e-mails e vendem produtos. Então por que não pensar em perfil no Orkut para apoiar um determinado produto voltado pra esse público?

Sendo assim, diante da necessidade da presença digital, o cliente fica em dúvida. Procurar uma agência especializada? Procurar uma agência tradicional? Entrar em tudo quanto é rede social? Talvez.

Mas algumas dicas são interessantes:

→ Procurar especialistas que já sabem muito bem onde estão pisando e podem apontar as melhores ferramentas e espaços para o seu serviço ou produto;

→ Monitorar e fazer ajustes. Uma das grandes vantagens da web é o rastreamento de tudo que acontece com sua peça/investimento;

→ Redes sociais: sim, estar presente em redes sociais, mas sem tentar se aproveitar exageradamente do espaço, já que as pessoas que estão ali não estão interessadas em propaganda simplesmente. Abusar, saindo da espontaneidade da comunicação nesses espaços, pode criar um problema de credibilidade;

→ Perder o medo da liberdade e da interatividade na internet. Críticas e até mesmo aparentes ou supostas pixações podem servir como fonte de pesquisa para mudanças, reposicionamentos e até grandes viradas. Grandes empresas já passaram por isso;

→ Perder o medo de mexer na verba publicitária voltada a veículos “convencionais”. Isso não impede suas presenças no mix de mídia, mas possibilita que você passe a investir em um lugar onde seu público com certeza está: brasileiros são recordistas na internet.

Moral da história? A internet é mesmo ‘o lugar’ e não há mais muita desculpa para não estar presente. Quem precisar de argumentos para se convencer ou convencer alguém já sabe: os dados e os especialistas estão na rede, é só clicar.

Fonte: [Webinsider] 

Data: 07/05/2009

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